Para quem tem tempo!

Meti brincos


Meti brincos, e até aí tudo bem. Não infectou, não me dói, nem sinto que o tenho. E gosto. Adoro. Sou livre para isso. E faço-o porque gosto. Não que goste de me andar a furar todo. Não quero problemas.
Mas…
O bendito “mas”… o maldito “mas”… aquele “mas” que desmorona convicções e quebra regras. Aquele “mas” que abala tabus e destrói dogmas.
Esse mas aqui foram os meus pais. Não gostaram, nem gostam, nem nunca hão de gostar. Estou mais preocupado com eles do que comigo, para ser honesto. Estou a ser franco quando digo que achei que eles iriam perder as estribeiras e roubariam a cena, bem como o protagonismo de toda a nação quando me vissem com os brincos. Afinal só viram isto como ato de rebelião… Eu vou-me rebelar contra o quê? Os meus pais? Que me dão comer e abrigo? Amor e afeto? Parece-me inteligente…

Gosto dos brincos. Sou favorável à ideia de ter isto para sempre. Não sou contra a liberdade, sou a favor. Mas isso nada tem a ver com os meus brincos. Já me rebelei várias vezes contra as forças opressoras que são os meus pais. Mas isto nem sequer se coloca aqui. Foi mesmo porque gosto. E vou sempre gostar. Principalmente de mim.

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