Para quem tem tempo!

Vê se te acalmas!

"Nada como acordar amedrontado, seja pela incerteza das 18 horas que se seguem até voltar a este estado de hibernação, ou seja pelo contrário - que sei o que vai acontecer e não vai ser bom. Rodeio-me de influências negativas e de vergonhosas comparações a outros sujeitos que em nada se comparam comigo porque... bem... a minha vida é a minha vida e a vida deles é a vida deles. Lavo os dentes com uma escova bem à medida do meu dia, longa e sem graça. Não entendo como pode tanta gente apresentar um sorriso na cara quando sofrem o mesmo ou mais que eu."
 -Miguel Ricardo Simões... 2013

A resposta é simples, oh camelo! Deixa de ser um "merdas" (peço desculpa às pessoas mais sensíveis e a qualquer special snowflake que estiver a ler esta crónica).
Se tu passares metade do tempo que tens livre, que ambos sabemos que é pouco, a mandar vir com o mundo e com toda a raça humana, a probabilidade de acordares no dia seguinte e ainda estares amuado é gigante. Não há cá Twitter nem Facebook nem Whatsapp que te ajude. Ou vais tu ou não vai ninguém. Só tu beneficias com as tuas vitórias, ou pelo menos é assim que eu quero que tu penses. Mas se falhares, e vais falhar, quero que penses que foste tu! Foste tu que te meteste nessa situação e és tu que vais sair dela! Eu acredito plenamente em ti. Ninguém grita mais alto "eu consigo" que tu. Terás de ser tu a levantar-te e a aprender. Só assim percebes que não deves fazer, e nada de apontar dedos a dizer que não consegues por culpa deste ou daquele. Cobardes fazem isso e tu não és cobarde, és melhor que isso. (Propz ao Sylvester Stallone).
Queres, faz. Não há nada mais simples que isso.
Terás de falhar tantas vezes. Vais desejar não ter conhecido certas pessoas mas ter conhecido mais cedo outras. Mas de que te vale pensares no que devias ter feito? Não o fizeste. Agora já foi. Eu sei melhor que tu que perdeste várias oportunidades, muitas, incontáveis. Deveras que às vezes penso no quão burro foste mas eu não te aponto o dedo, pois não?

Acredita, daqui a 4 anos estarás muito melhor. Pelo menos já não acordas tão desmotivado.

Eu em 2013 (altura em que escrevi a primeira parte da crónica)






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